Com as eleições autónomas na Catalunha foram postas em prática várias maneiras de voto electrónico. Para fazer face aos métodos tradicionais, as novas tecnologias vêm assegurar a aceleração dos processos eleitorais, segundo afirma a edição desta segunda-feira do El Mundo.
Os especialistas estão de acordo no que respeita a existência das novas tecnologias, mas afirmam que é necessária uma reforma na legislação por parte da administração pública. Estes métodos, apresentados pela empresa espanhola Indra, foram testados com êxito e permitem obter resultados em apenas sete minutos.
A primeira forma de voto é a urna electrónica. Esta é dotada de um chip que lê o voto no momento e que este se coloca na urna. No fecho da mesa de voto, cada uma contabiliza os votos obtidos e imprime o resultado, sem a necessidade da intervenção humana. No final os dados serão enviados para o Centro Totalizador.
Outra forma de voto é a tela táctil, uma máquina que apresenta um menu de selecção como o boletim eleitoral. O eleitor faz a sua escolha e valida-a mediante um cartão de identificação. O sistema validará o voto, armazena-o e no final da eleição transmite os resultados.
A terceira forma de voto é a Internet e é a forma mais complicada de todas. Segundo a Indra, é necessário que cada eleitor tenha uma chave de identificação especial, que em conjunto com o seu número de eleitor permite o acesso aos boletins de voto.
A transmissão dos dados para o Centro Totalizador realiza-se no momento do voto mas o segredo do voto não será violado nunca pois o sistema não grava a identificação do eleitor quando este emite a sua escolha.
in Diário Digital
Eu estou de acordo com a implementação deste serviço.
Facilita a vida ao eleitor, é cómodo e prático.
Exigirá algum investimento inicial, mas rapidamente será amortizado.
Permite auscultação da população em variados assuntos inclusive poderia ser transposto para inquéritos nacionais.